Sem Título
SERIGRAFIA S/PAPEL
Dimensão da mancha: 53X28
Dimensão total: 66X47
Numeração: 144/200
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Mário Silva é uma das figuras mais interessantes, prolixas e extravagantes da arte moderna portuguesa, certamente das mais difíceis de rotular ou de enquadrar em determinada corrente estética. Dono de uma obra singular e abundante, nasceu em Coimbra em 1929. Trocou o curso de Engenharia na Universidade de Coimbra pelas belas artes, sobretudo pela pintura. Com incursões na cerâmica, escultura, arte pública monumental e artes gráficas (monotipia, gravura, serigrafia, ilustração, cartaz). Expôs, pela primeira vez, individualmente, em 1957, no salão do Café Nicola em Coimbra. Acumulou um impressionante registo de prémios nacionais e internacionais. Está representado em vários museus, galerias e coleções privadas nacionais.
Bem como em museus de arte contemporânea estrangeiros, como os do Rio de Janeiro, São Paulo, Boston, Anchorage, Amsterdão, Montecatini e Estocolmo. Em 1958, foi um dos fundadores do seminal Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, que durante os anos 1960 e 70 seria um dos principais centros de talento nacional modernista. Foi membro da Sociedade Nacional de Belas Artes, Vice-Presidente do Conselho de Direcção da ANAP-Associação Nacional dos Artistas Portugueses e foi eleito membro do Comité Português para a AIAP-Association Internationale des Arts Plastiques|Unesco (Paris). Em 2006, o Município de Coimbra distinguiu-o com a Medalha de Mérito Cultural da Cidade. Foi galardoado em 2007 pelo Governo Português com a Medalha de Mérito Cultural, atribuída e entregue pela Ministra da Cultura. Em 2009 foi agraciado com prémio carreira pela “Biennale Internazionale Dell´Arte Contemporanea” em Florença. O artista morreu em 2016.